Avalia-se que as grandes cidades crescem, agigantam-se. De metrópoles passam a megalópoles. Nelas nem todos os seus habitantes auferem os benefícios da urbanização. Por isso, para entender o processo de urbanização, é cada vez mais evidente que o meio urbano exige tratamento inter, multi e transdisciplinar ou trabalho em equipe envolvendo, urbanistas, geógrafos, historiadores, arquitetos, sociólogos, antropólogos e outros profissionais habilitados ao tratamento de problemas urbanos complexos.
Por isso, se propugna por uma agenda de pesquisas na qual a Geografia Urbana daria uma parcela das contribuições possíveis. Nessas, incluem-se estudos tanto das problemáticas existentes, indo às suas raízes, como também das soluções possíveis. O encaminhamento para os problemas metropolitanos estará afeto do ente governamental específico, de empresários que não visem apenas auferir lucros exorbitantes e, logicamente, dos cidadãos conscientes de sua capacidade de influir na tomada de decisões.
O Fundo de População das Nações Unidas, em parceria a Caixa Seguros, a Secretaria Nacional da Juventude e a Universidade de Brasília - CEAM/UnB, realizou no último dia 22 de janeiro, no Auditório do CDT/UnB, o lançamento do livro "A Juventude brasileira no contexto atual e em cenário futuro".
O livro traz uma coletânea de cinco textos que traçam um panorama geral da junventude no Brasil hoje e em cenário prospectivo, que cobre o período de 2006 a 2030.
Pesquisadores alertam que a capital terá o tombamento comprometido, caso não haja políticas públicas adequadas João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB